INSCRIÇÕES ABERTAS! CursoDePraticaJuridica.com

Olá, Jovem Jurista!

Você está cursando ou já cursou direito e precisa de treinamento para a prática jurídica?

Você quer aprender diferenciar os assuntos que são essenciais dos que não o são quando o assunto é a Faculdade de Direito?

Então você está no lugar certo!

Existem habilidades jurídicas básicas que todo advogado deve dominar para ter sucesso! As Faculdades de Direito ensinam apenas algumas dessas habilidades. No entanto, os estudantes de direito ficam tão sobrecarregados com o volume de matéria em seus cursos, especialmente no primeiro ano, que não percebem a importância dessas habilidades básicas para seu sucesso na Faculdade de Direito e, principalmente, para a prática jurídica.

Por isso é que eu desenvolvi o meu Curso de Prática Jurídica. O meu objetivo ao desenvolver esse curso é enfatizar a importância dessas habilidades básicas e destacar o nexo entre a Faculdade de Direito e a prática jurídica.

Quem sou eu? Eu sou o Ronaldo Bastos, Mestre e Doutor em Direito, professor universitário e servidor do Poder Judiciário desde 2009, onde ocupo a função de assessor de magistrado.

E nesse breve texto eu pretendo lhe explicar como você pode começar (ou reiniciar) a sua carreira jurídica.

Vamos lá.

Nos últimos anos, eu ajudei muitos advogados e estudantes da área a aprender a prática jurídica e construir uma carreira sólida.

E estou aqui para ajudar você, leitor, a fazer o mesmo.

Pensando em como levar esses benefícios para outras pessoas, eu desenvolvi uma metodologia própria ensino, onde o foco é o aluno começar a aprender rapidamente, aprendendo de forma eficiente o essencial e já colocando esse aprendizado em prática.

O meu Curso de Prática Jurídica parte de duas constatações:

PRIMEIRA:

O jovem jurista aprende uma série de assuntos na Faculdade de Direito que nunca utilizará na prática jurídica.

Em uma visão mais otimista, eles constituem conhecimentos que, a despeito de lhe tornar um jurista um pouco mais qualificado e atento a determinados problemas sociais, nem de longe são imprescindíveis para o exercício da prática jurídica.

Isto porque, dentre as disciplinas teóricas que aprendemos na Faculdade, existem assuntos que são importantes e outros nem tanto, ou ao menos não são imprescindíveis para iniciar a prática jurídica…

Deixa eu dar um exemplo para você. Pense em um tema clássico de Introdução ao Estudo do Direito, como a dicotomia direito natural versus direito positivo. Apesar desta dicotomia ter sido importante em um passado longínquo, depois que os chamados direitos naturais foram positivados pelas constituições, ela perdeu importância prática.

Isso significa que a imensa maioria dos casos jurídicos podem ser resolvidos sem menção alguma à discussão do direito natural.

E isso não é nem de longe mencionado nas Faculdades de Direito, seja porque o professor que ensina esse conhecimento só dá aula e, por isso, não possui contato com a prática jurídica, seja porque, assim fazendo, o professor perderia legitimidade na sala de aula ao anunciar que alguns temas não interessarão à prática jurídica.

Por outro lado, existem temas que são vistos de forma esparsa na Faculdade, mas que todo jurista teria que saber, como, por exemplo, os métodos de interpretação jurídica. Métodos de interpretação são competências que se enquadram na ideia de temas que estão introjetados na persona do jurista, de modo que ninguém pode ser considerado jurista sem domínio deste tema.

E qual é o papel de um professor de direito? Na minha opinião, todo professor teria que realizar uma curadoria desses temas para o jovem jurista, isto é, separar o joio do trigo, dizer o que importa do que não importa.

E isso eu pretendo fazer neste na primeira parte do curso, chamada “Formando um Advogado”.

SEGUNDA CONSTATAÇÃO:

Existe uma série de competências que não são ensinadas pelas Faculdades de Direito e que, no entanto, são extremamente necessárias para a prática jurídica.

Deixa eu exemplificar. Por exemplo, todo advogado sabe que a jurisprudência é uma das fontes mais importantes para o direito, mas quantos jovens advogados sabem entrar em um site de Tribunal e procurar a jurisprudência de um caso específico? Procurar jurisprudência é uma arte. Uma palavra errada e as decisões selecionadas são completamente diferentes da que o jurista deseja.

Outro exemplo. Todo advogado sabe que a função das testemunhas é comprovar fatos controversos. Mas quantos sabem argumentar com o juiz quando ele não quer ouvir a testemunha que o advogado arrolou, por considerar, por exemplo, que o fato já está devidamente provado.

Mais um. Todo advogado sabe que a sua função é representar em juízo interesses alheios. Mas quantos sabem como conseguir clientes ou, quando já conseguiram, quanto cobrar por uma consultoria jurídica, ou, ainda, cobrar antes de fazer a peça ou depois? Cobrar pelo processo inteiro ou por ato processual?

São várias as dúvidas e a faculdade não vai lhe ensinar isso.

E como os juristas aprendem tudo isso? Em geral, eles aprendem levando bronca dos chefes nos escritórios de advocacia, levando calote de clientes ou com a ajuda de outros advogados, mais experientes.

Todas essas competências eu ensino na segunda parte do curso, denominada “Atuando como um Advogado”.

Sempre acreditei que deveria existir um Curso que se propusesse a evitar que o jovem jurista tivesse dores de cabeça e prejuízos financeiros pela falta de experiência, e que ensinasse métodos que dessem segurança ao profissional e transparência ao cliente, com o fim do advogado obter ainda mais clientes e que a sociedade tivesse mais benefícios com a qualificação dos advogados.

Como não achei esse curso, tive que criá-lo.

Se você já gosta do conteúdo que eu produzo, aposto que vai se surpreender ainda mais com este curso, porque o curso ficou muito bom mesmo. Fiz ele pensando em você. Foram incontáveis madrugadas gravando e editando pra você. Coloquei 10 anos de experiência neste curso. Tudo isso, claro, para você.

Então, vou ficando por aqui…

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